Sexta-feira, Outubro 31, 2008
Segunda-feira, Agosto 04, 2008
Blogagem coletiva da semana mundial da amamentação
Como descrever esse ato de amor? Como tirar palavras para passar o quanto vale a pena, quanto carinho se transborda, quanto nos satisfazemos ao ver nossas crias crescendo sabendo que o nosso corpo produziu esse alimento que não só preenche o corpo mas a alma?
Não, não é fácil assim. Já na maternidade te passam as técnicas, abocanhar toda a auréola, cabeça aqui, mão acolá, tal posição... Só a prática mesmo... Pegar sua cria recém parida, colocá-la no seu seio e ver que essa criaturinha que com minuto de vida já sabe sugar é de maravilhar qualquer um. Incrível como um recém nascido que nove meses ficou espremidinho no seu ventre, em seu primeiro minuto de vida já busca o nosso seio e suga com uma verocidade de leão. É, porque é nesse instante, logo depois do nascer, que se estreitam os laços. Aquele de identificação de cheiro, voz, acalanto. Nada se compara a esse momento, quando depois do trabalho de parto, em que a adrenalina correu solta, vem a calmaria de encontro mãe-bebê, o seio oferecido, a boquinha sugando, peito com peito... Surgem as dores, fissuras, ingurgitamentos, mas nada que uma boa persistência e respaldo não resolvam (na grande maioria). É, o APOIO é fundamental. Eu sou feliz de dizer que tive todo o apoio do maridão, do obstetra que agüentou minhas ligações quando o seio empedrou e tive febre e da pediatra que até técnica de quatro me passou para aliviar a dor.
Jamais esquecerei quando um dia, andando aqui pelo centro, na hora do almoço, no meio da muvuca geral, havia uma camelô vendendo seu produto com uma mão e com a outra segurando seu filho (que já não era bebê) e amamentando, de peito de fora, no meio da multidão. Nossa, fiquei tão comovida com essa situação e na hora a prolactina agiu e meus seios começaram a jorrar leite.
Descrevendo assim parece corriqueiro, mas para mim havia tanto amor naquele momento, tanta poesia!
Talvez um olhar de mãe que se identifica...
Regina – que amamentou Sofia até 1 ano e meio e amamenta Júlia de quase 10 meses.
Marcadores: Amamentação
Domingo, Agosto 03, 2008
Yakisoba de frango by Adriano Kanashiro
Depois a Re volta e posta a receita.
Beijo
Maridao, como muito amor !
Bem, voltando à programação normal...que a coleira soltou, mas já prendi....hahahaha...

YAKI - assar ou grelhar
SOBA - macarrão
Receita garimpada há alguns anos no Programa Mestre Cuca, quando ainda passava na extinta Rede Mulher. Na época o chefe Allan recebeu a visita do Adriano Kanashiro, que hoje comanda o Kinu, no Grand Hyatt São Paulo. Se tiver uma wok, melhor ainda, facilita (não é o meu caso). Hoje é a receita oficial lá de casa, já fiz várias vezes, aproveitando o que tenho. Rende muuito.Tentei achar o link no Cybercook, mas não encontrei.
Ingredientes
300g de filé de frango cortado em iscas
1/2 cenoura laminada (acho pouco, coloco mais)
6 folhas de acelga cortada (dessa vez não tinha)
1/2 maço de brócolis
1/2 couve-flor
100g de ervilha torta cortada ao meio
1 pacote de macarrão para yakissoba
400ml de caldo de frango (usei uns 550ml)
1 cebola picada em lâminas
50ml de shoyu
2 colheres de sopa de amido de milho
1 colher de café de óleo de gergelim torrado (adoro, então uso 1colher de sopa)
1 colher de sopa de óleo vegetal
Para o caldo (às vezes faço, outras uso do pronto mesmo, mas lógico, não é a mesma coisa)
1 carcaça de frango
1 cebola picada
1 maço pequeno de cebolinha
+ ou - 10cm de kombu (variedade de alga própria para o preparo de caldos, marinados e cozidos)
sal a gosto
Modo de preparo
Para o caldo: faça um caldo de galinha com a carcaça do frango, sal, cebolinha, kombu e cebola. Reserve.
Para o yakisoba: aqueça o óleo no wok e frite o frango. Depois adicione a couve-flor e a cenoura. Frite mais um pouco e retire da panela. Reserve. Retorne com a frigideira e coloque o caldo de frango, deixe ferver e junte os legumes fritos e acrescente o brócolis, a ervilha torta, acelga, cebola, óleo de gergelim e o shoyu. Refogue por mais dois minutos e acrescente o amido de milho dissolvido com um pouco de água. À parte frite o macarrão cozido em óleo quente. Coloque numa travessa e cubra com os legumes. Sirva quente.
obs.:
Os legumes não devem ficar muito moles, mais al dente. Para isso vá adicionando no cozido, em ordem de dureza.
Pode fazer o acerto do tempero com o shoyu e o óleo de gergelim (que dá aquele gostinho de gergelim torrado maravilhoso!)
Um dos grandes segredos para mim é deixar o macarrão bem fritinho. Usando uma panela com anti-aderente (teflon) até se dispensa o óleo.
Variações: pode adicionar champignon, shitake, camarões...
E não tenha medo de ser feliz e adicionar mais uns gramas na balança!
Quarta-feira, Julho 30, 2008
Enveredando no mundo dos sabores...

Acho que toda mãe de primeira viagem fica um pouco encucada com essa nova etapa dos nossos pimpolhos. Eu por exemplo, apesar de toda explicação da pediatra e minha experiência na cozinha, fiquei a pensar: é assim mesmo? E a consistência? Mais líquido, mais pastoso? Aí eu falava com outras mães amigas e umas diziam: ah, a sopinha, ou a papinha. E agora Bial? Tem que ser sopa ou papa? Ai meus sais!!! Panela de ferro, inox, ágata?
Bem, primeiro a pediatra das minha meninas recomenda que se entre com a papa salgada antes da papa doce, (ao contrário da grande maioria que entra primeiro com as frutas), pois o bebê tende a ter menos rejeição da comida salgada sem conhecer o doce antes, pois este é muito mais fácil de aceitar. Segundo, nunca bater no liquidificador. É por o muque para trabalhar e passar na peneira para não perder nenhuma fibra, pois no liquidificador vira um suco. E na hora de servir, adicionar um fio de azeite extra virgem para dar um aporte calórico na comida.
Antes de tudo a recomendação do Ministério da Saúde: AMAMENTAÇÃO EXCLUSIVA ATÉ O SEXTO MÊS E PROLONGADA ATÉ PELO MENOS OS DOIS ANOS DE IDADE. Mas vamos convir que com licença maternidade de quatro meses é meio complicado manter uma amamentação exclusiva até o sexto mês. Eu entrei com as papas uma semana antes do seis meses, que foi quando eu voltei a trabalhar. E o leite eu fui tirando com a bombinha, fiz estoque no congelador e tirava mais duas vezes no serviço.
A primeira papa da Sofia foi feita no vapor . O que eu não aconselho, pois apesar de ser melhor para a gente pois não se perde nenhum nutriente do que quando se cozinha na água, a papa(ou sopa como desejar), fica muito seca. E imagina para um estômago virgem o que isso significa.
De acordo com recomendação da pediatra, a papa(ou sopa) do primeiro mês, deve ter pelo menos:
- Uma raiz :batata, mandioquinha, cará, inhame, mandioca, batata doce, beterraba, cenoura...
- Um fruto: chuchu, brócolis, couve-flor, repolho, abóbora, abobrinha...
- Uma folha: alface, agrião, couve manteiga, folhas de beterraba, de cenoura...
Bem, isso é um exemplo, e as combinações a partir daí são infinitas.
A partir do sétimo mês, pode-se entrar com:
- os grãos: arroz, feijão, grão de bico, lentilha, ervilha, cevadinha, quinua...
E no próximo mês entra a:
- proteína animal, carne de vaca e galinha. Mais tarde, peixe.
Tem gente que entra com tudo de uma vez, tem gente que bate no liquificador, tem gente que entra com frutas primeiro e dá certo do mesmo jeito. Mas essa forma deu certo com a Sofia e estou repetindo com a Júlia. Hoje a Sofia come de tudo, e quando digo de tudo, até jiló e quiabo ela come. É lógico que se eu colocar jiló e pirulito na frente dela ela nem pestaneja de pegar o doce, mas eu fico feliz que ela tenha um paladar bem amplo e não recusa comida. Com essa introdução, espera-se que com um ano o bebê já coma a comida da família.
Salmão ao molho de maracujá

Ingredientes
500g de filé de salmão cortado em pedaços iguais (usei postas)
Em um recipiente tempere o salmão com sal e pimenta. Reserve.
Marcadores: Peixe
Domingo, Julho 20, 2008
Bolo de banana maravilhoso

4 ovos
2 xíc. chá de açúcar ( usei 1 ½)
2 xíc. chá de farinha de trigo
1 xíc. chá de óleo (coloquei menos um dedo)
6 bananas maduras
1 colher de sopa de fermento em pó
Farofa
1 xíc. chá de açúcar (um exagero, usei 1/2xíc de mascavo e adicionei farelo de aveia )
2 colh. de sopa de canela
Modo de preparo
No liquidificador bater os ovos com o óleo, até dobrar de volume. Acrescente o açúcar.
Em uma vasilha, junte a massa batida no liquidificador com as bananas cortadas em rodelas mais ou menos grossas e acrescente a farinha e depois o fermento. Despeje em assadeira de furo central untada e enfarinhada e por cima coloque a mistura da farofa. Ela deixará o bolo com uma casquinha crocante.
Fonte: essa receita foi obtida em uma lista de discussão do Yahoo da qual faço parte, mas que é sobre maternidade e bebês, a BestBaby. Foi postada pela Áurea.
Marcadores: Bolo
Quinta-feira, Janeiro 17, 2008
Enroladinho de salsicha

Ingredientes
½ kg de farinha de trigo
2 tabletes de fermento para pão
2 colheres (sopa) de açúcar
1 colher (sobremesa) de sal
3 colheres (sopa) de óleo
2 gemas
1 xícara (chá) de leite
½ quilo de salsicha
1 gema para pincelar
Modo de preparo
Em um recipiente, esfarele o fermento e adicione o sal. Misture até obter um líquido. Junte o leite morno. Mexa e reserve. Em um recipiente, coloque a farinha (reserve um pouco), açúcar, gemas, óleo e o fermento reservado. Misture com a espátula e, a seguir, com as mãos. Sove sobre superfície lisa (neste momento, se necessário, utilize a farinha reservada). Deixe descansar por 10 minutos (opcional). A seguir, abra porções da massa com auxílio do rolo. Modele com cortador redondo e coloque uma salsicha pequena. Feche unindo as pontas no outro. Acomode-as em uma assadeira retangular, untada e polvilhada. Pincele com a gema. Leve ao forno pré-aquecido a 180º C, por 20 minutos.
Minhas alterações:
1-Usei fermento biológico seco, então diluí a quantidade relativa aos dois tabletes no leite morno e depois fui acrescentando os demais ingredientes;
2-Usei leite de soja em substituição ao leite de vaca (e ninguém percebeu);
3-Fiz tudo na batedeira planetária, acho mais fácil ;))
4-Aferventei as salsichas antes e esperei esfriar para usá-las;
5-Usei um copo de boca larga como cortador;
6-Renderam 24 unidades (foram oito salsichas da marca Eder, divididas em três partes) e mais um resto de massa que recheei com presunto e queijo e também ficou muito bom!
Fonte: TV Culinária
Marcadores: Prato Salgado
Sexta-feira, Dezembro 07, 2007
Biscoito Amaretto

Numa vasilha, coloque as amêndoas, o açúcar peneirado, as raspas de limão e misture bem. Coloque os ovos um a um. Amasse bem. Enrole e passe pelo açúcar cristal. Asse numa fôrma retangular untada com manteiga e polvilhada com farinha de trigo, em forno baixo por cerca de 20 minutos.
Quarta-feira, Outubro 24, 2007
Momento babação com bolo de laranja


Ah, eu sei que daqui a pouco fica repetitivo, mas eu não canso de babar em cima das minhas crias rsrsrs. Até pensei em criar outro blog, exclusivo para isso, mas gente, não tô dando conta desse, quanto mais de outro né! Então fica essa mistureba mesmo... Essa primeira semana foi uma adaptação, tanto de nós como pais de duas, como da Sofia com sua irmãzinha. Minha leoazinha sentiu o trono ameaçado, está com ciúmes. Ela adora a Júlia, quer pegar no colo toda hora, sempre está fazendo carinho, mas em relação a gente, está o ó! Manhosa que só, chora por qualquer coisa, birra, quer nossa atenção total, mudou muito. Realmente está sendo um teste de paciência. Eu realmente tenho que me dividir, enquanto dou de mamar segurando uma no colo, estou brincando de casinha com a outra. Por sorte, elas dormem bem depois do almoço, e é o único horário que eu tenho para entrar na net, fazer alguma coisa e ontem com essa chuva que não pára, bater um bolinho rapidinho. A receita é a mais fácil que existe, e sem leite, que agora a Sofia deu para ter intolerância acho que à lactose, pois vira e mexe quando ingere algo com leite, ela vomita tudo.

Bolo de laranja
1 laranja pera
3 ovos
2 xíc. (chá) de açúcar
1 xíc. (chá) de óleo
2 xíc. (chá) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó
Calda
suco de 1 laranja
açúcar a gosto
Modo de Fazer
Cortar a laranja em pedaços, somente retirando as sementes e o pavio central, deixando ela com a casca.
Bater no liquidificador a laranja picada, os ovos, o açúcar e o óleo.
Passar a mistura para uma vasilha e incorporar a farinha de trigo e o fermento em pó, previamente peneirados.
Levar para assar e depois regar com a calda, ainda quente.
PS: para terem um idéia do tempo, demorei três dias para escrever esse post. :)))
Quarta-feira, Outubro 17, 2007
E a Júlia chegou...

Segunda-feira, Outubro 01, 2007
Muffins de baunilha com gotas de chocolate

Sábado, Setembro 08, 2007
Notícias do front

Sexta-feira, Abril 13, 2007
Satisfação
sei que estou em falta nesses últimos meses e não poderia deixar de dar uma satisfação a vcs que sempre me acompanharam nesse modesto cantinho. Na verdade eu desde meu último post não havia mais entrado na net, para falar a verdade só fiquei de cama, mas antes que se pense em algo ruim, quero deixar claro que, ao contrário foi por um motivo de muita alegria: Sofia irá ganhar um(a) irmãozinho(a). Pois é minha gente, estou "gravídica". E outra coisa a esclarecer: não, minha gestação não é de risco, eu apenas sou uma daquelas sortudas que passam mal, mas muuuuuito mal durante esses primeiros meses, vcs não imaginam: vcs já devem ter ouvido falar: ah, os primeiros 3 meses dão um enjoôzinho e tal, mas comigo é tudo elevado à décima potência. Minha rotina nesses tempos foram da cama para o banheiro e do banheiro para a cama, nada me apetecia, nada parava, perdi 4kgs, fiquei só osso e pele, fraca. Imagina então ir para a cozinha né! Muito menos escrever no blog. Voltei a trabalhar ontem e agora posso dizer que estou começando a entrar nos eixos, mas não sei se tenho pique para manter esse blog atualizado. Não sei ainda o que fazer, fiz algumas visitas sem comentários nos blogs amigos e vejo que perdi muita coisa, mas por enquanto acho q assim irá ficar. Me desculpem pela falta de satisfação, mas quero deixar bem claro que apesar dessa lamúria toda, que estamos felicíssimos com a chegada desse(a) novo(a) herdeiro(a) e quando pergunto para a Sofia onde está o neném ela levanta minha blusa, aponta e beija minha barriga e fala neném. Muito fofa! Beijos a todos e obrigada pelo carinho!
Marcadores: Futiutilidades
Quinta-feira, Fevereiro 15, 2007
Ausência temporária
sei que estou em falta nos comentários e visitas, mas essa semana foi uma verdadeira maratona punk e desde o último post, isto é, desde segunda, esta é a primeira vez que consigo entrar na net e até no serviço não estou indo. Mas tenho fé que logo as coisas irão melhorar e voltarei com tudo! Até a volta!
Marcadores: Futiutilidades
Segunda-feira, Fevereiro 12, 2007
Momento off
Marcadores: Futiutilidades
Sexta-feira, Fevereiro 09, 2007
Receitinhas para o verão
O outro prato é um básico macarrão com rúcula e tomate seco.
Marcadores: Massa, Prato Salgado, Salada
Quinta-feira, Fevereiro 08, 2007
Superpão de queijo
Segunda-feira, Fevereiro 05, 2007
Aproveitando a liquidação
Marcadores: Futiutilidades, Utensílios de Cozinha
Bolo de Maçã
Ingredientes
3 maçãs - usei do tamanho médio
suco de um limão
1 xíc. chá de óleo - usei de milho
4 ovos
1 1/2 xíc. chá de açúcar
1/2 xíc. chá de uvas passas brancas - usei preta mesmo
1/2 xíc. chá de nozes bem picadas
2 1/2 xíc. chá de farinha de trigo
1 colher de sopa de fermento em pó
açúcar e canela em pó a gosto para polvilhar
Modo de preparo
1- Lave as maçãs, descasque-as (reserve as cascas) e corte-as em cubos pequenos. Coloque de molho em uma vasilha coberta com água e suco de limão.
2- No liquidificador, bata o óleo, os ovos, o açúcar e as cascas das maçãs. Reserve.
3- Em um recipiente, peneire a farinha de trigo e o fermento em pó.
4- Acrescente as passas, as nozes e as maçãs escorridas e picadas. Misture bem e adicione o preparo do liquificador. Mexa para misturar.
5- Despeje a massa em uma assadeira redonda (25cm de diâmetro) untada e polvilhada. Leve ao forno pré-aquecido por cerca de 40minutos. Retire do forno, polvilhe o açúcar e a canela em pó.
Segunda-feira, Janeiro 29, 2007
Rosca de frutas secas
Feriado prolongado aqui em São Paulo, dias beeem longe da cozinha. Solzão, mar, amor e principalmente criançada feliz. Sofia e suas priminhas nunca se divertiram tanto. Como é gostoso vê-la assim, sorriso sincero e espontâneo. O duro foi acostumá-la a dormir sozinha no berço novamente, nossa que trabalho!Bem, essa rosca eu fiz na mesma noite da focaccia aí de baixo. Eu, que não sou nenhuma expert em massa, não tive dificuldade. Morninha é tudo de bom!
Recheio
200grs de frutas secas ou cristalizadas
Massa
1 tablete de fermento biológico - 15g
1/2 xíc. chá de água morna
1/2 lata de leite condensado
500g de farinha de trigo
2 colh. sopa de manteiga
2 ovos - 1 para pincelar
1 colh. café de sal
açúcar cristal para salpicar
Modo de preparo
1-Dissolva o fermento na água morna, misture o leite condensado, junte 1/4 de xíc. de chá de farinha de trigo, cubra e deixe descansar por 15 minutos.
2-Em uma tigela grande coloque o restante da farinha, a manteiga, o ovo e o sal.
3-Acrescente a mistura fermentada e amasse bem (se necessário, acrescente mais farinha até dar liga e não grudar nas mãos).
4-Abra a massa em uma superfície enfarinhada, coloque o recheio e enrole como rocambole. Una as pontas.
5-Com o auxílio de uma tesoura corte fatias de 3cm.
6-Modele a rosca alternando as fatias (uma em pé e outra deitada).
7-Pincele com o ovo batido, salpique o açúcar cristal e deixe crescer por 15 minutos.
8-Leve ao forno pré-aquecido por, aproximadamente 30minutos.

Quarta-feira, Janeiro 24, 2007
Focaccia de Alecrim
Sabe aqueles dias em que vc está com a "macaca" e vc TEM que fazer alguma receita? (bem, na verdade isso não acontece só na cozinha...). Só que vc não tem a mínima idéia de que receita, é tarde, não tem todos os ingredientes..., enfim, tudo contra, mas vc QUER fazer algo. É, isso me acomete de vez em quando.Semana passada, ao chegar do serviço, já noite, folheando revistas e me deparo com essa focaccia. A Luna tem uma versão, se não me engano, com batata na massa, a Eliana tem outra e vi no livro do Jaime Oliver uma com farinha e semolina, mas como estou com certo trauma de semolina, optei por essa receita mais simples. Só posso dizer que ficou deliciosa, me lembra um pouco a textura do pão ciabatta. Não tinha alecrim fresco, por isso acho que o sabor da cebola e do azeite ficou mais acentuado, mas muuito bom! Ah, não tinha fermento seco, só o fresco e só fui perceber na hora que já tinha começado a receita e já o tinha misturado na farinha. Então se quiser inverter a etapa e diluir o fermento fresco na água morna primeiro, acho que não tem problema. Assim como a cobertura fazer a seu gosto.
Ingredientes
3 xíc. chá de farinha de trigo
1 colher café de sal
2 colh. chá de fermento biológico
200 ml de água morna
4 colh. sopa de azeite de oliva
1 cebola roxa pequena - usei branca mesmo
folhas de um ramo grande de alecrim
1 colher chá de sal grosso
Modo de preparo
1-Em uma vasilha, peneire a farinha e sal. Acrescente o fermento, e, com a mão, faça uma cova no centro dos ingredientes secos.
2-Despeje a água morna e a metade do azeite no centro. Misture aos poucos. Se a massa parecer seca, acrescente mais água.
3-Coloque a massa sobre uma superfície enfarinhada e sove até ficar macia e elástica. Deixe descansar coberta, em local protegido, por cerca de 30minutos. Com a mão fechada, sove e amasse mais um pouco.
4-Abra a massa com um rolo de macarrão e forre o fundo de uma assadeira de pizza untada com azeite (usei uma forma redonda de 25cm - por isso ficou mais alta, ah, regada com bastante azeite). Pincele com o azeite restante.
5-Corte a cebola em rodelas finas. Espalhe-a sobre a massa com o alecrim e o sal grosso, pressionando levemente.
6-Com o dedo indicador, pressione a massa, mantendo a distância de 3cm da borda.
7-Deixe a massa crescer por cerca de 30minutos, coberta. Leve ao forno preaquecido, por cerca de 25minutos. Sirva morna. (eu não espero tanto...)
Segunda-feira, Janeiro 22, 2007
Moussaka

Esse finde foi de muitas receitas, porém poucas fotos. E as poucas que tirei não saíram lá muito boas, vide acima. Tudo começou sexta à noite, que é o período em que cozinho, quando chego do trabalho ( e faço de tudo, inclusive massas com fermento, para espanto de algumas blogueiras rsrsrs). Como sábado iria viajar, peguei receitas para se comer no meio do caminho, para beliscar. Optei pelos Biscoitos Carinhosos que vi no blog da querida Akemi, que nada mais são do que sequilhos. Fiz meia receita, mas apanhei bastante. A massa não deu liga de jeito nenhum, acho que fiz algo de errado, fui colocando mais margarina e até que chegou um ponto que deu para enrolar, mas não ficaram bonitos que nem os dela. Snif. Mas ficaram bons, mas não bonitos. Agora, imagina sequilhos em mãozinhas de crianças e um carro com o estofado todo branco... não, não foi uma boa idéia para viagem... mas repetirei a receita em outras ocasiões. A segunda receita foi o muffin salgado da Valentina, eu gostei muito, já Jr. acho que estranhou um pouco, na cabeça dele muffin para ele tem que ser doce. Eu só mudei o recheio, não tinha cheddar nem relish, usei mussarela e gorgonzola, que é o que eu tinha. Bem, tudo isso para falar e postar sobre o moussaka (lê-se mussacá). Falar de coisas e culinária grega me lembra o filme Casamento Grego, já que nunca tive oportunidade de ir à Grécia e o pouco conhecimento que tive sobre cultura grega (no sentindo beem amplo) foi através desse filme. Ri muito, e como não rir por exemplo daquela parte em que Toula tenta colocar a lente de contato? Ou da paquera na vitrine da agência de viagens? Voltando à culinária: há uma parte do filme em que Toula fala de um trauma da infância em que ela era obrigada a levar a moussaka para lanchinho na escola, enquanto suas colegas levavam sanduíches. Já fomos crianças um dia e sabemos muito bem o que isso representa não? ;-)
É um dos pratos gregos mais conhecidos e muitos dizem se tratar de uma lasanha de berinjela, até por sua apresentação com camadas sobrepostas, mas há diferenças. Não há massa no meio e a carne moída e a batata se destacam. Essa receita é do chef Thrassivoulos Georgios Petrakis, do restaurante Acrópoles, aqui de São Paulo. Ao lado coloco minhas modificações, pois sempre tento deixar o prato o mais light possível. O bechamel fiz bem simples, com farinha, manteiga, queijo e noz moscada, mas posto a receita original.
Ingredientes
4 a 5 berinjelas médias
½ kg de batata cortada em fatias
½ kg carne moída
molho de tomate (usei uma lata de tomate pelado batido)
1 xícara de chá de azeite (usei o suficiente para grelhar a berinjela e refogar a carne)
2 cebolas médias picadas
pimenta síria, canela em pó, cravo em pó, noz moscada a gosto (não economize nas especiarias, é o diferencial)
Ingredientes para o Creme Bechamel
1 xícara de chá de farinha de trigo
2 xícaras de chá de leite quente
1 xícara de chá de manteiga
2 ovos batidos
2 tabletes de caldo de galinha
1 xícara de chá de queijo parmesão ralado
sal pimenta do reino
Modo de preparo
Corte a berinjela em fatias e a deixe em água e sal por uma hora. Depois, frite em azeite quente até dourar (eu apenas grelhei). Também frite a batata cortada em fatias (eu cozinhei no microondas). Enquanto isso, esquente o azeite na panela, doure a cebola, coloque a carne moída e mexa por 10 minutos. Adicione molho de tomate, alho, sal e pimenta do reino e as especiarias. Se quiser mais consistência, coloque um pouco de água ou vinho (usei vinho branco). Deixe cozinhar por 30 minutos.
Modo de preparo do creme Bechamel
Em fogo baixo, derreta a manteiga, em seguida coloque a farinha de trigo e mexa até dissolver. Adicione o leite quente e mexa virar uma pasta. Coloque os ovos batidos com sal e caldo de galinha e continue mexendo até ganhar mais consistência. Adicione o queijo ralado e desligue o fogo.
Montagem
Unte uma assadeira com manteiga e monte nesta ordem: uma camada de berinjela, uma de batata, uma de carne, outra de berinjela, outra de batata, creme bechamel e queijo ralado por cima. Gratinar no forno. A porção serve entre 5 e 6 pessoas.
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Sexta-feira, Janeiro 19, 2007
Rolinhos de abobrinha
Para esses dias de calor e preguiça, nada melhor que um pratinho light, fácil e rápido.Ingredientes
2 abobrinhas – usei do tipo brasileira
100grs de ricota
10 azeitonas verdes picadas
½ lata de atum ralado na água
azeite à gosto
Modo de preparo
Lavar as abobrinhas e cortar em fatias finas no sentido do comprimento. Grelhar as fatias em frigideira regada com azeite. Para o recheio misturar a ricota, as azeitonas e o atum. Rechear as abobrinhas grelhadas com essa mistura e fazer rolinhos. Regar com azeite e servir com uma saladinha. Vapt, vupt.
Uma dica: se vc comprar a abobrinha brasileira não deixe muito tempo na geladeira pois ela irá amargar. Pelo menos disse o meu feirante.
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Quarta-feira, Janeiro 17, 2007
Por que as francesas não engordam?
"Os ensinamentos de Madame Guiliano
A França é conhecida pela qualidade e variedade da gastronomia, mas não é um país de obesos. O instigante também é que “malhar” não está entre as predileções dos franceses.
A tradicional alimentação francesa ainda se mantém com três refeições ao dia e três pratos ao jantar e, muitas vezes, com um adicional de queijo antes da sobremesa, garante a francesa Mireille Guiliano no livro, que se tornou best-seller internacional, “As mulheres francesas não engordam” (Ed.Campus).
Embora o número de pratos seja maior, o tamanho deles é menor, ou seja, a quantidade de comida é bem reduzida. Mas para a autora, outro segredo é que os franceses cultivam uma certa formalidade e tradição mesmo nas refeições comuns, apesar das modernidades. Nada de comer vendo tevê ou lendo jornal. Nem comer no carro ou no metrô. Muito menos em pé!
Comer para os franceses exige um certo ritual. A arrumação da mesa é tão importante quanto a preparação da comida, pois dispõe a mente para o que será servido e aguça os sentidos.
Prestar atenção ao que se come é fundamental para se apreciar o sabor, ensina Mireille. Quem come automaticamente, come mais do que necessita. Come para satisfazer os “demônios” da mente e não às necessidades do estômago ou da degustação. Pelo menos a metade dos nossos hábitos errados de comer e beber, garante a autora, origina-se da falta de atenção aos nossos verdadeiros prazeres e necessidades.
E mais um segredo. O prazer da maior parte das comidas está nos primeiros bocados, por isto os franceses raramente repetem um prato. Assim, não transformam em rotina as coisas de que mais gostam.
Eles também não colocam uma refeição inteira no prato. Trocar os pratos não apenas força a pessoa a se concentrar no que está saboreando como também retarda a refeição, favorecendo a digestão e promovendo maior satisfação. “Quanto mais depressa se come, mais se quer comer. Se lavar um prato extra parece um transtorno, o que, então, representa engordar?” questiona Mireille.
Assim, mesmo saindo de uma refeição mais elaborada, os franceses ficam satisfeitos, nunca empanturrados. Então, como constatou madame Guiliano, tudo se resume a uma questão cultural.
A influência cultural
Meirelle, aos 18 anos, viveu por um ano nos Estados Unidos, participando de um intercâmbio e voltou gorda. Ao retornar, surpreendeu a todos. Com a ajuda do médico da família e dos pais, recebeu orientação para voltar aos clássicos princípios franceses da gastronomia e para adotar os truques consagrados pelas mulheres locais, que nunca mais abandonou.
Embora tenha voltado a morar na América, em razão da carreira e do casamento com um americano, hoje, como presidente e CEO da Clicquot Inc., em Nova Iorque, participa de freqüentes almoços e jantares de trabalho. Sem dietas radicais e uma vida de vinho, pão e até chocolate, mantém-se esbelta como qualquer francesa, conforme demonstra em suas aparições.
O peso ideal, diz ela, varia nas diferentes épocas da vida. Quem era saudável aos vinte anos, o melhor é manter mais o menos o mesmo peso o resto da vida. Para tornar esta meta possível, oferece alguns conselhos básicos:
-Não fique passiva, nem desanimada quando sua roupa e o espelho indicarem que é hora de fazer um ajuste na alimentação. Anote durante três semanas tudo o que come. Depois identifique e reduza progressivamente os “agressores” (massas, pizzas, doces, etc) que forem mais freqüentes;
- não estoque “agressores” em casa;
- faça uma lista e um estoque de “pacificadores” da fome (iogurte, barra de cereais, frutas), que mais lhe agradam;
- cultive sua própria intuição de “agressores” e de “prazeres” e ajuste cada um aos níveis que lhe convenha, procurando sempre compensar abusos, ou seja, maximizar as recompensas do prazer, minimizando os custos;
- diversifique suas comidas tendo em foco as estações do ano. Aumente a proporção de frutas frescas e legumes;
- experimente novos sabores;
- prepare suas próprias refeições. Desista de comidas prontas, principalmente as que são processadas com qualquer coisa que seja artificial;
- os temperos facilitam a digestão das comidas pesadas e fortalecem a imunidade (tanto as ervas quanto os temperos podem ajudar a diminuir o sal, que causa retenção de água e ganho temporário de peso). Invista no alho poró que é muito nutritivo e diurético;
- tome um bom café da manhã;
- coma devagar e sempre sentada. Aprecie o que está comendo;- nunca sinta fome. A fome é atormentadora e desagradável;
- beba pelo menos mais dois copos de água por dia e sempre mais, quando tiver oportunidade;
- progresso na carreira, casamento e maternidade podem ser fatores de estresse. A melhor defesa é aprender a saborear as pequenas coisas que fazem cada dia ser um milagre, seja o nascer do sol no caminho para o trabalho, um arbusto abrindo em flores ou o sorriso inesperado de um estranho.
As francesas são esbeltas e saudáveis porque compreenderam que são guardiãs do próprio equilíbrio e, quando este escorrega, estabelecem seu próprio plano de correção, baseando-se nas preferências pessoais. Mas, normalmente, elas não deixam uma perda de equilíbrio ficar muito fora de controle... "
Marcadores: Futiutilidades
Segunda-feira, Janeiro 15, 2007
Risoto de Aspargos
Esse risoto já faz um tempinho que fiz. Na verdade não consigo postar simultaneamente com a minha produção. Às vezes por causa de falta de tempo, outras por pura preguiça :p Adoro aspargos e fiquei inspirada em fazer esse risoto depois que vi um programa do Mestre Cuca, um humorado apresentador/dono de restaurante/chefe de cozinha meio "locão", que tem um programa diário na Rede Mulher. Já fui várias vezes nos restaurantes dele (a maioria em Moema, aqui em São Paulo), são bonzinhos, mas nada uau. Bem, mas voltando à receita, ele fez essa receita diretamente de Nova York, estava lá fazendo uma série sobre um produtor americano de queijos (na verdade um merchandising, e olha, o programa dele é 80% patrocinadores e 20% receita rsrsrs) e para usar o queijo, fez esse risoto. Na verdade nem anotei a receita, tirei a idéia básica, peguei a receita do risoto de funghi, adaptei e tcharan: dilícia!!! Assim como a Eliana, sou viciada nessa iguaria cremosa!!!Ingredientes
2 xícaras (chá) de arroz arbório
1/2 cebola picada
1 maço de aspargos
1 xícara (chá) de vinho branco
6 xícaras (chá) de caldo de galinha ou legumes
4 colheres (sopa) de manteiga
4 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado
sal e pimenta moída na hora
Modo de preparo
1- Lave os aspargos, corte a base mais dura e com um descascador de legumes tire um pouco da casca, desde a parte abaixo das pontas até a base. Corte as pontas dos aspargos e reserve-as. Pique o restante dos talos em pedaços pequenos.
2- Numa panela, coloque o caldo de galinha e leve ao fogo alto. Quando ferver, abaixe o fogo e reserve.
3- Em outra panela, coloque metade da manteiga e leve ao fogo baixo. Quando derreter, acrescente a cebola e misture por 4 minutos ou até que fique transparente. Junte o arroz e misture por 2 minutos em fogo alto. Adicione o vinho e misture bem até evaporar. Acrescente os aspargos picados e as pontas. Se quiser pode deixar as pontas de molho em água até ficarem tenras e adicioná-las só no final do preparo do risoto.
4- Mantenha a panela com o caldo em fogo baixo. Na panela com o arroz, acrescente 1/3 do caldo e mexa até secar. Junte mais 1/3 do caldo e mexa sem parar até que seja absorvido. Adicione o restante, aos poucos, verificando a consistência do risoto. Ele deve ficar úmido e com o arroz al dente. Ajuste o tempero.
5- Quando atingir o ponto de risoto, desligue o fogo e adicione o restante da manteiga. Misture parmesão ralado e sirva bem quente. Coma imediatamente, enquanto ele ainda conserva a textura umedecida.
Marcadores: Prato Salgado
Domingo, Janeiro 14, 2007
Muffins de mirtilos (blueberry)

Essa receita é da querida Cinara. Fiz exatamente como ela explicou, descongelando os mirtilos de um dia para outro e secando com papel toalha para que eles não sangrassem na massa. Ficaram realmente deliciosos. Fiz meia receita e renderam doze unidades. Recomendo muitíssimo.
Ingredientes
3 xícaras de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó
1/2 colher (chá) de bicarbonato
1/2 colher (chá) de sal
140g de manteiga ou margarina amolecida
1 xícara de açúcar
2 ovos grandes
1 1/2 xícaras de iogurte natural (2 potes de 180g cada)
1 colher (chá) de casca de limão ralada
1 1/2 xícara de blueberries
1 colher (sopa) de farinha de trigo (se for usar blueberries descongeladas)
Modo de fazer
1. Posicione a grade na metade inferior do forno. Pré-aqueça a 190 graus centígrados.
2. Misture a farinha, o fermento, o bicarbonato e o sal, e reserve.
3. Na batedeira, bata a margarina e o açúcar até ficar fofo. Acrescente os ovos, um de cada vez, batendo após cada adição até incorporar. Acrescente a casca de limão e bata.
4. Acrescente a mistura de farinha alternando com o iogurte, batendo após cada adição, apenas até incorporar. Não bata demais. Misture as blueberries. Se for usar blueberries congeladas, descongele-as primeiro, tire o excesso de líquido e polvilhe-as com a colher de sopa de farinha.
5. Use uma forma para 12 muffins. Unte cada forminha com margarina ou oil spray, ou use forminhas de papel. Se a forma for antiaderente, não precisa untar. Distribua a massa igualmente nas forminhas. Asse até dourar, por cerca de 20 minutos, e ao enfiar um palito no meio ele saia limpo. Deixe esfriar na forma por 5 minutos antes de remover os muffins.
Sexta-feira, Janeiro 12, 2007
Quarta-feira, Janeiro 10, 2007
Bolo gelado
Esse bolo remete à minha fase escolar. Lembro que quando havia algum aniversário, vira e mexe algum coleguinha trazia um pedaço do bolo embrulhado em papel alumínio. Escolhi fazê-lo porque usa o liquidificador e ultimamente a preguiça anda imperando...Ingredientes
200ml de iogurte natural - usei um copinho e completei com leite
4 ovos
2 xíc. chá de farinha de trigo
1 xíc. chá de açúcar
100ml de óleo - usei canola
1 colher sopa de fermento em pó
Cobertura
1 vidro de leite de coco (200ml) - usei light
1 lata de leite condensado - não usei toda a lata para não deixar tão doce, fica a critério
a mesma medida de leite
1 pacote de coco ralado (100gr) - usei o úmido
Modo de fazer
Para o bolo, bater todos os ingredientes no liquificador menos o fermento. Adicioná-lo depois delicadamente. Colocar em forma retangular média e assar a 180°C.
Para a cobertura, misturar todos os ingredientes, menos o coco ralado. Cortar o bolo em pedaços depois de frio, passar nessa mistura e depois no coco ralado. Se quiser, embrulhar cada pedaço no papel alumínio e levar à geladeira. Fica melhor ainda no dia seguinte.
Domingo, Janeiro 07, 2007
E foi aqui que começou...Pateo do Collegio
Não, não é nenhuma foto antiga. Foi tirada sexta agora. Já disse que trabalho no centro de São Paulo. Coisa de uns dois anos, já que antes a firma era sediada em um desses bairros chiques, isto é, saímos de um lugar classe AA e fomos parar no meio da muvuca, do povão como se fala. Mas vcs querem saber? Eu a-d-o-r-e-i! A despeito do que se fala aqui do centro, de segurança, tumulto, sujeira, bagunça etc... eu só posso dizer que encontrei coisas boas aqui. Há um outro lado de muita cultura e boas compras é claro, que ninguém é de ferro. Antes eu ia trabalhar de carro, o que pode ser bom ou ruim, mas levando-se em conta o caos que é o trânsito de São Paulo, fico muito feliz de agora ir trabalhar de metrô e gastar meu tempo de viagem lendo meus livros. Tá, não tenho mais lojas e restaurantes estrelados ao meu redor, mas tenho variadas opções de cardápios, 25 de março, Mercado Municipal, Liberdade, República, tudo isso a pé. O Pateo do Collegio é um conjunto arquitetônico tombado pelo Patrimônio Histórico, local em que foi levantada a primeira construção do que agora é a cidade de São Paulo - uma igreja e um colégio erguidos pelo padre José de Anchieta em 1554. O prédio de hoje já não é mais o original, mas sim uma réplica, datado de 1953, mas dentro podemos encontrar uma parede de taipa de pilão original (esqueci de tirar a foto). No local há uma igreja, (onde se realizam casamentos e não se pode tirar fotos), um museu de arte sacra e um café, o qual passei depois do almoço para desfrutar um bolinho de laranja com um expresso e aproveitei para tirar as fotos abaixo. É incrível como mesmo com o barulho infernal que impera lá fora, podemos adentrar lá e encontrar um lugar tranqüilo, cheio de verde, sossego, uma boa comida, uma fontezinha de água, enfeites indígenas. Fora que tem dias em que há concertos de música clássica, apresentação de coral dentro da igrejinha, um luxo para nossos ouvidos, uma paz para passar a hora do almoço. O centro é assim: ou você adora ou você detesta.



